Ta bom...ja cansei de contar essa história.
Mas ela tem que ficar registrada aqui, neh?! Afinal de contas um dia eu vou ler tudo isso de novo e dar mta risada...ou não.
Acontece que com tudo o que andava rolando no meu trampo que estava me deixando fula da vida, que incluia várias coisas, me fez mandar um monte de currículo por aí, pra outras áreas, inclusive administrativas que não tem nada a ver, e a relembrar que eu queria muito fazer mestrado pra poder dar aula. Entrei em contato com a pesquisadora principal que minha orientadora de TGI me indicou no fim do ano passado, e agendei uma reuniãozinha com ela, pra saber como funcionava o esquema de mestrado, conhecer o laboratório e a linha de pesquisa. Fui lá na quarta-feira da semana passada. Belezura.
Tem um busão que passa aqui no Piraporinha que vai direto. Demora um pouco por causa do trânsito, mas ele tem ar condicionado, banco estofado e cortininha na janela, então vale a pena..rs
Me encontrei com ela e com a pós-doc dela, que queria que eu já começasse um estágio no mesmo dia, e acabamos combinando de começar hoje (dia 25). Consegui ajustar um horário no período da noite, pra poder trampar até pelo menos conseguir um seguro desemprego quando saísse. Era um período de 2hrs por dia. Muito pouco pra qm precisa estudar muito. Mas, enfim...
Acontece que quando eu cheguei na quinta-feira de manhã no trampo a Dayane, que trabalha no RH, me chamou. E lá fui eu, muito das inocentes. Até que ela me entregou uma recisão e disse que meu último dia de período de experiência era aquele dia e que a empresa não iria renovar o contrato. Fiquei em estado de choque. oO'
Ninguém espera por isso. Mas o mais estranho, o que mais me intrigou, foi o fato de a Soraia, a chefe, que sempre estávamos juntas nos apoiando, desde o comecinho lá atrás, antes de o restaurante abrir, não veio me falar um nada. Sabe o que é um nada? Saí sem receber uma única explicação. Sei lá, eu esperava alguma coisa. Nem que fosse um esculaxo.
Pelo menos agora eu ia saber oq raio aconteceu pra eles me mandarem embora.
Como diz minha tia, por mais que eles dissessem tb, eu nunca iria saber realmente. E o que me deixa chateada é saber que, mesmo depois de estar chateada e um pouco revoltada com a situação de lá de dentro, eu não deixei de fazer meu serviço direito. E mesmo assim, se tivesse deixado de fazer, eu esperava, no mínimo, uma orientação da chefe. E nada disso foi feito. Ficou parecendo meio que ela me usou enquanto deu, pra eu trabalhar sem registro recebendo meio salário, sem vale transporte e sem alimentação, me descabelar e trabalhar 12 horas tds os dias durante o treinamento dos funcionários...e por aí vai.
Enfim, nunca vou saber mesmo. O duro é aquela sensação de auto estima lá em baixo, da gente se achando inútil e tudo o resto de ruim. Mas agora já passou tb, qdo eu lembro me da só um pequeno comixão. Daqui alguns dias acho q já passa totalmente.
E acabou que na sexta aceitei o convite que iria recusar, da Alda, de ir na defesa de doutorado de um dos alunos lá do laboratório. E foi mto bom, relembrei muitas coisas e vi que tem muita coisa a ver com o que eu já estudei e pus em prática com o meu TGI.
Agora eu começo o estágio durante a noite, essa semana mesmo. E na outra já começo integral, como estagiária formal. E me resta me descabelar de estudar até a prova em novembro, que pode ser que eu não passe, aliás, provavelmente...ou em março, onde é mais plausível. E esperar pra ver oqq vai acontecer, pq em 2 dias meu destino mudou completamente.
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