Viajantes

terça-feira, 29 de março de 2011

Outras Frequências

Geralmente quando eu tô fazendo trufa, arrumando o almoço e, de último, fazendo ovos de páscoa, eu ligo a TV da sala, aumento um pouco o volume e fico ouvindo tudinho: Chaves, Chapolin, Arnold, daí eu mudo de canal e ouço O Clone, dependendo do filme Sessão da Tarde, daí mudo de canal de novo e ouço Todo Mundo Odeia o Chris...e depois eu paro, vou tomar meu banho, jantar e panz.

Hoje foi diferente. Eu liguei a TV só na hora que eu fui almoçar, pra ver Um Maluco no Pedaço. Depois eu desliguei a TV e fiz uma setlist nacional muito boa com umas músicas que eu não ouvia faz tempo. Dentre elas, muitas do Engenheiros do Hawaii.

Eu sempre adorei o Engenheiros, sempre gostei da harmonia, mas as letras me fizeram ouvir sem parar. Eu acho que das bandas nacionais, é a que tem as melhores letras, as melhores sacadas, trata de n assuntos e consegue expressar tudo o que eu penso e até o que sinto. Eu lembro que eu lia versinhos das músicas deles nas apostilas de interpretação de texto da escola, qdo eu era pequenininha. Naquela época eu nem imaginava quem era Engenheiros do Hawaii, qdo eu lia a parte autoral...
Como fazia um tempinho que eu não ouvia, deu aquela coisa boa de relembrar das metáforas e do direto. Até que chegou numa música que dizia assim:

"seria mais fácil fazer como todo mundo faz
o caminho mais curto, produto que rende mais
seria mais fácil fazer como todo mundo faz
um tiro certeiro, modelo que vende mais

mas nós dançamos no silêncio
choramos no carnaval
não vemos graça nas gracinhas da TV
morremos de rir no horário eleitoral"...


Sabe o que eu achei engraçado? Veio exatamente na minha mente quem é o "todo mundo" e quem é o "nós" ao meu redor. E eu fiquei a tarde toda pensando nisso.
E porquê? Porque qdo eu pego pra pensar nisso, eu penso, penso, penso, penso de novo e não chego a conclusão nenhuma. Aliás, eu chego a uma conclusão deprimente, que pra mim não é conclusão: Não há o que se fazer.


A questão é que eu ando resgatando algumas mágoas que eu achei já ter superado, mas eu percebi que não. E ultimamente elas andam me consumindo demais. Chega a dar um frio na barriga.
Eu não tenho medo de estar errada, pq como eu sempre digo, certo e errado é relativo, mas eu tenho medo de, no final, cobrar mais do que eu posso receber.


O que a gente faz qdo enxerga coisas a nossa volta que a gente acha que só a gente enxerga? Que a gente acha que só a gente escuta? Eu não sei, mas eu costumo sentir o que as pessoas a minha volta me transmitem. Posso até estar enganada, mas é o que me passa. E isso basta pra mim.


Eu não gosto quando tentam passar uma impressão positiva, mas me mandam energia negativa. Aquele lance de alfinetar sem sair do salto? Tudo na maior finesse?


Tinha um monte de coisa que eu queria escrever...alivia um pouco, tinha tanta coisa pra falar. E, engraçado que na minha cabeça vem tudo em diálogo...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sirius Black

Quando eu tinha 11 anos comecei a ler a saga do Harry Potter. E eu cresci junto com ele...era praticamente um livro por ano e a cada livro ele crescia junto comigo, com a mesma idade...
Pode parecer tosco mas eu me liguei desde essa época com o personagem, me liguei tanto que quando foi chegando nos últimos livros, quando a leitura foi ficando pesada, quando já não era uma literatura infanto-juvenil, necessariamente, eu chorava a cada grande episódio.
Essa semana, no Cinema em Casa, passaram os 5 primeiros filmes. E eu assisti todos de novo, mesmo que só ouvindo enquanto eu fazia a janta, trufas ou cupcakes.
Hoje, chegou minha camera nova, os ingressos do show da Sandy e o dvd dela, então eu fiquei meia presa com as novidades, mas agora a pouco parei pra jantar e vi o final completo do filme "A Ordem da Fênix". E, agora eu me toquei, que eu posso ver quantas vezes forem, eu vou chorar na cena em que Belatrix Lestrange mata Sirius Black.

Foi uma morte ridícula. Tipo todos os bruxos lutando que nem doidos, voando feitiço pra todo lado, e Sirius e Harry lutando contra Lucius Malfoy, o nórdico sebento. E qdo ele finalmente da um chega pra lá no seboso, vem aquela nojenta da Belatrix e lança um Avada Kedavra, sem nem dar tempo dele se tocar que ela estava chegando. Se fosse só isso a cena eu não ia chorar, eu ia ficar perplexa e ferrada, de tanta raiva, pq o personagem daquela bruxa é realmente desprezível. Mas o que mata é a reação do Harry. É a alma do Sirius lavantando e o Harry olhando. Aquele olhar de "a minha última esperança se foi". Sirius era padrinho dele, e a única família que ele tinha. Quem ele havia conhecido há pouco tempo e um dos poucos a quem podia confiar, a quem podia se apoiar pra sobreviver ao Lord das Trevas. E daí ele vai assim, sem mais nem menos.

Quando eu li isso no livro eu tb chorei. Mas a cena, é chocante. Aliás, desses filmes que são inspirados em livros, os da série Harry Potter são os mais fiéis, os melhores. Eu sou uma paga pau.


Daí vai eu, o Chu e minha mãe no cinema ver a primeira parte do último filme, logo na primeira cena ele vira pra mim: "Isso aí é filme de criança?".
rs


Tô com vontade de sessão Harry Potter de novo!!!!

Como eu vi até a "Ordem"...vou ver "O Enigma do Príncipe" e "As Relíquias da Morte - I"...e esperar pelo "As Relíquias da Morte - 2". Vai ser o avassalador.

Tirando o final, que é RIDÍCULO....rs. Mais piegas impossível. Mas tá bom, a saga inteira valeu o final besta...rs

quarta-feira, 23 de março de 2011

Confeitando o Céu

Ontem eu tive uma idéia, que aliás, por mais que seja um hobby ou mata tempo pra ganhar um dindinzinho é o começo de um grande sonho.

Por isso eu montei o "Cupcaking". É um blog que eu criei para divulgar os meus cupcakes. Por enquanto as fotos estão com a resolução baixa pq eu nao tenho máquina e tive que tirar do celular.
Mas logo mais vou providenciar fotos com melhor resolução.

Eu montei o blog do meu jeito, ele ficou a minha cara e logo mais vai estar recheado de coisinhas novinhas e fofinhas.

Mesmo que eu começar a trampar, pretendo continuar com isso. Quem sabe um dia eu abro minha empresa de cupcakes? É um pequeno, mas um bom começo.

Enquanto isso eu os faço pra me divertir, ganhar habilidade no bico de confeitar, inventar mistura de cores e confeitos, testar novas receitas...e não me sentir tão inútil com essa desempregabilidade...rs

quinta-feira, 17 de março de 2011

Manuscrito

De último o povo ficou num burburinho só pq ela fez a propaganda da Devassa.
Pra mim, pouco importa o que ela faz e deixa de fazer, qdo perdeu a virgindade e qual o rótulo que o povo dá pra ela e o que ela quer ter. De verdade, ninguém nunca vai saber, tirando quem convive. E o povo adora encher o saco.

A verdade é que eu adoro ela desde criança.
Quando eu tinha uns 4 anos eu tinha uma fitinha k7 com o Junior de cabelo de xororó montado numa lambreta e a Sandy na garupa de camisa e saia rodada de cintura alta rosa. O cabelinho amarrado em rabo de cavalo e com cachinhos nas pontas, sapatinho de boneca e meinha fina até quase metade da canela. Era o 3* álbum deles: Tô Ligado em Vc. E eu ouvia essa música e a do Capitão Sujeira sem parar. Eu nem sabia quem era Sandy e Junior, mas eu só ouvia aquilo. Eu não lembro, mas eu acho que eu devia ter a fitinha do 1* álbum deles: O Aniversário do Tatu, pq eu me lembro dessa música nessa época também.



Eu sei q eu ouvia as fitinhas e panz e eu disse que nem sabia quem era Sandy e Junior, neh?! Então..meu pai comprou um toca cd e eu fiquei um tempo sem ouvir. Um tempão...e eu morava em Mococa, até o dia dele vir pra São Paulo e trazer pra mim o cd Dig Dig Joy. Os cds aqui em Sampa eram bem mais baratos que em Mococa, então ele só comprava quando vinha pra cá comprar peça ou fazer sei lá o que.
Mas pra quê que meu pai foi me dar esse cd.



Aí eu fiquei doida de pedra. Comprei todos os cds e coletâneas possíveis de Sandy e Junior.
Na mesma época, meu pai me comprou uma fita vhs de um show deles, da turnê Sonho Real, feita no Olympia. Além de decorar todas as coreografias, é óbvio, eu quis pq quis um vestido igual ao dela, da abertura do show. Minha mãe mandou fazer na costureira. Eu o teria até hoje, mas a minha mãe deu embora com as roupas que não serviam mais.

Esse vestido aqui ó:
Uma gracinha...rs

Daí depois eles lançaram uma grife de roupas chamada Sandy e Junior. É claro que eu tinha um vestido da grife Sandy e Junior, neh?! Minha mãe me deu de presente de Natal, coitada. Meus olhinhos até encheram de lágrimas quando eu vesti ele. E ele era bem parecido com um vestido que ela usava num encarte do álbum Sonho Azul e no clipe da música Inesquecível.
Esse vestido aqui ó:


E daí eu comecei a gravar tudo o q passava na TV deles. Os novos cds sempre vinham em outubro e novembro..então eu sempre ganhava de Natal.
Daí um dia, já tinha mudado pra cá, passei em baixo da anchieta, aqui perto e vi um daqueles cartazes toscos que se cola no muro com a cara deles estampada. Era o ano de 2001. Eu não lembro ao certo que dia, acho que foi 21 de outubro. Quase certeza. E a turnê se chamava Sandy e Junior.



Eu tinha uma amiguinha que tb gostava muito deles, mas dava raiva pq ela sempre ia nos shows e ficava no camarote. Minha mãe nunca tinha grana pra me levar.
E quando eu vi esse cartaz a minha vidinha mudou, pq o show era no Amarelinho, uma espécie de Estância Alto da Serra, em Ribeirão Pires. Me lembro que ela pagou R$20,00.
E fomos eu, minha tia Joca e minha prima Vic, que tb gostava. Compramos faixa, foto autografada, eu filmei uma parte do show na filmadora...
Foi uma das melhores sensações que já tive!

E eu sempre gostei muito da voz da Sandy. Eu amo a voz dela.

E o tempo passou, eu cresci, não gostava mais de ouvir aquelas musiquinhas bobas e nem de dançar como aquele ballet cafona, ainda mais na crise de adolescência...
Fiquei um tempo sem ouvir. Até eles lançarem o álbum Acústico MTV, de uma forma diferente. Tudo havia mudado, os acordes, as letras, o estilo...e tinha tudo a ver comigo. Voltei a ouvir de novo...e a dupla se desfez.
Como eu queria ter ido num show daquela turnê de despedida...várias vezes enquanto eu assistia o vídeo de Dias e Noites, escapava uma lagriminha...é tão nostálgico lembrar deles e quando eu via essa despedida, era como se eu me despedisse de parte de mim também. Se eu assistir hoje de novo, eu choro de novo.



Passou um tempo e ela veio com um cd novo: Manuscrito. Sozinha. Com a voz que eu sempre amei. É o cd mais a minha cara. É melancólico, nostálgico, as letras falam muito do que eu sou, do que eu penso...
Sabe qdo vc se identifica mesmo?

E muita coisa mudou, mas esse negocinho aqui dentro pela voz dela não passou, não. Me arrepia. É a única que me emociona de verdade. Não adianta...Tem algumas músicas antigas que eu gosto e ouço até hoje.
Não Ter, Inesquecível, Vivo Per Lei, Sonho Azul, Do Fundo do Coração...as de último, antes da carreira solo, Estranho Jeito de Amar, Você pra Sempre, Quando Você Passa, Nada Vai me Sufocar, Desperdiçou, Escrito no Céu, Não Dá pra Não Pensar, Love Never Fails e When You Need Somebody (do cd internacional), e as novas, Pés Cansados, Ela/Ele, Tempo, Sem Jeito, Quem eu Sou, Perdida e Salva, Dias Iguais e O que Faltou Ser...
Pouco?



Hmpf! Pouco pra eu me aguentar agora eu comprei o ingresso pro próximo show dessa nova turnê.
Dia 14 de Maio.
Eu não imagino nem qual vai ser a minha reação.
Não mesmo.
E vou ficar ali, cara a cara com ela, na pista vip!

Novidades Extraordinárias

Bom, do dia 15 pra cá aconteceu muuuuuuuita coisa.
Primeiro que na noite do dia 15 pro dia 16 eu não consegui pregar os olhos.
Crise desempregalista, caro amigo.

E então, no durante o dia, como de costume, eu e a Na trocamos alguns e-mails e em menos de 12 horas surgiu a MÁFIA DAS TRUFAS. É isso mesmo, caro amigo....=p
A gente decidiu vender trufa. Não que eu já não tivesse pensado nisso, mas desisti da idéia pq eu ia vender pra qm? Eu não frequento nenhum lugar. Iria vender aqui no condomínio, só.
E então, eu entrei com o controle de custos e mão de obra e a Ná entrou com as vendas na facul. Depois disso a minha mãe e a minha vó decidiram ajudar também e vão levar as trufas pra vender no serviço.

E eu, mais do que depressa confeccionei uma plaquinha maneiríssima pra pôr na frente da minha casa:

Com direito a pechincha e tudo...
Se fosse por mim eu não pechinchava, nao. As trufas andam muito caras por aí. Minha mãe que meteu o bedelho e me convenceu de pôr uma promoçãozinha...rs

Depois meu pai deu a idéia de uma rifa. Rifar uma cesta de páscoa...Bom. Hehehe.
Meu espírito empreendedor está em alta.

E logo mais eu começo a fazer propaganda dos meus cupcakes lindinhos...
Aliás, vai ter gente que vai comer cupcake amanhã...



ps. ♫ Dawdiridawdawdawdawdawdiridaw...♪

terça-feira, 15 de março de 2011

Kit Viagem


Quando fazia1 mês que eu e o Gabi estávamos juntos, eu descobri que ele sempre ia viajar pela empresa que ele trabalha. Ele trabalha com remediação de solos, e nessas viagens ele tem que levar equipamentos, acompanhar a instalação, verificar se há defeitos e tal...Daí que fazia 1 mês que a gente tava junto e ele teve que ir pra Santa Catarina, ficar lá 4 dias. E aí eu inventei esse negócio de kit viagem.
Eu não lembro exatamente o que eu coloquei no primeiro kit, mas eu lembro que coloquei uma foto, uma cartinha, um tim tam caseiro que eu mesma fiz e a minha almofadinha pra ele ir dormindo no ônibus [daquela vez ele foi de ônibus].

E lembro também que eu entreguei pra ele o kit um dia antes da viagem. E depois, no dia, eu saí mais cedo da facul e fiz uma surpresa pra ele na rodoviária do Tietê, indo lá ver ele, antes dele entrar no busão. Tipo cena de filme mesmo. Bem coisa de Amélie Poulain...rs. Pra ele não desconfiar e pra ter certeza de que ia encontrá-lo [pois nao sabia exatamente a q hrs o ônibus saia e nem em que plataforma ele ia estar], liguei pra ele e disse que tinha uma loja lá, eu não lembro o nome da loja [sei que eu peguei no site da rodoviária], que vendia chocolates, e pedi pra ele ir lá ver o preço de chocolate sem lactose [????], pois era a única loja que eu achei na net que vendia esse tipo de chocolate e que eu precisava pra um trabalho da facul. Fui lá e dei uma de 007, fiquei muquiada, só esperando ele entrar na loja. Quando ele entrou, mandei um sms pra ele: "Vc está lindo de vermelho". KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Nisso ele já tinha perguntado pra mulher se tinha o tal de chocolate e ela totalmente sem saber do que se tratava...rs

E aí ele saiu da loja e lá estava eu!

Podiam existir câmeras nessas horas pra gente assistir depois.


E depois disso todas as vezes que ele vai viajar, pra passar a noite fora, eu monto um kit viagem. Cada vez eu monto de um jeito, mas sempre tem algum cartão ou cartinha e algumas guloseimas...
Hoje eu fiz um kit viagem, amanhã ele tá indo pro Rio de Janeiro. Volta na quinta, mas pra mim parece que vão ser 15 dias...mesmo que eu saiba que eu não iria vê-lo mesmo ele estando aqui...
E dessa vez o kit foi totalmente artesanal...Já que eu tive tempo pra fazer, inventei bastante..
- Torta de goiaba
- Bicho de pé com cobertura de chocolate
- Alfajor com recheio de chocolate com licor [que eu comprei qdo a gente foi pra São Roque]
- Biscoitos amanteigados com cobertura de chocolate [em forma de coração e com chocolate escrevendo J em alguns corações e G em outros...]

Embalei tudo separadinho em saquinhos diferentes e fechei com lacinhos de fita de cetim coloridas. Coloquei numa tupué, e ficou uma gracinha...rs.E tb teve direito a cartinha amarrada com lacinho tb!

E eu não vejo a hr da gente voltar pra encher a cara e cantar muito rock'n'roll no Piu-Piu. E ir pro Hopi Hari.

Esse menino completa minha vida s2.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain - 2001 - Jean-Pierre Jeunet

Quem teria a brilhante idéia de roubar o anão de jardim da casa do pai, escondê-lo durante alguns meses e mandar correspondência com fotos do anão em diversas partes do mundo, pra ele não ficar preocupado?
Quem teria a brilhante idéia de entrar no apartamento do seu vizinho mau-humorado e trocar as maçanetas das portas, colocar lâmpadas mais fracas, pantufas menores, pimenta no conhaque, trocar de lugar o creme de pés secos com o da pasta de dente, adiantar em 4 horas o despertador, só pra ele não implicar com o seu funcionário retardatário...?
Quem teria a brilhante idéia de ao encontrar um tesouro escondido no próprio apartamento, ir atrás do dono, mesmo sabendo que ele morou lá nos anos 50? E ainda dar um jeito de fazer parecer ser milagre...
Quem teria a brilhante idéia de convencer duas pessoas de que uma gostava da outra, sem elas saberem, só pra elas ficarem juntas e adoçarem um pouquinho suas vidas amarguradas?
E quem teria milhões de idéias mais brilhantes ainda ao se apaixonar por um desconhecido, apenas por descobrir os seus sonhos?

Eu respondo: Amélie Poulain.


O bonito é se perguntar se existe alguém por aí que observe cada um a sua volta e dê uma forcinha pra mostrar como a vida é bela, e como todo mundo pode e merece ser feliz.

Eu amo filmes assim: ar retrô francês, aconchego, espontaneidade e bom humor.

Faça Valer ♪

Uma vez um colega meu me mostrou uma música por msn. Depois ele me mostrou o cd inteiro do cara. Se eu não gostei de todas músicas do cd, tira de lado umas 2, no máximo. Depois disso o Rub, que é de Santos, veio pra cá umas 4 vezes e nenhuma das vezes deu certo de eu ir vê-lo tocar. E até o cd autografado eu tenho (oooooh).
Essa é a música mais especial dele, pra mim. Não precisa nem dizer porque. É só ler.



Durma quando o sono bater,
Acorde quando Deus quiser,
Assista menos TV,
Cante no chuveiro, escreva um livro, faça um filme, 
Se apaixone todo dia por você...
Pare tudo ao entardecer,
não importa o que tiver pra fazer,
Veja o sol se pondo no mar,
Ria sem motivo, pinte um quadro, veja desenho animado,
Se apaixone de verdade por alguém...

Faça tudo valer a pena
A vida é tão imensa e ao mesmo tempo é tao pequena.
Faça tudo valer a pena,
Dizer eu te amo não devia ser um problema...

Faça o que quiser fazer,
Fale o que a voz quer dizer,
Que seja como tiver de ser...
Jogue o seu relógio fora, conte estrelas, molde nuvens,
Se apaixone todo dia pelo mesmo alguém...

Faça tudo valer a pena
a vida é tão imensa e ao mesmo tempo é tao pequena.
Faça tudo valer a pena,
Dizer eu te amo não devia ser problema pois
"tudo vale a pena quando a alma não é pequena"...

domingo, 13 de março de 2011

Love and Other Drugs - 2010 - Edward Zwick

Na época que estreiou nos EUA, eu li uma matéria na veja que falava sobre esse filme. Não vou negar que me interessou muito pela matéria estampar a cara do Jake Gyllenhaal e da Anne Hathaway, que eu gosto muito.
Eu gosto da Anne desde quando ela interpretou a princesa Mia, minha heroína do Diário da Princesa, mesmo que o filme não seja tão bom quanto o livro. E depois veio O Diabo Veste Prada, Agente 86, Noivas em Guerra, Alice no País das Maravilhas e Idas e Vindas do Amor. Não vou negar que o naipe dos filmes que ela faz não são daqueles que se diga "mas que beleza"...mas são esses filminhos gostosos de se assistir no cinema ou no fim de semana com o namorado pra relaxar e dar risada. E eu gosto muito dela pq óbvio que é uma ótima atriz, mas sei lá, ela tem um carisma fora do sério, e eu acho ela linda de morrer, ou de viver, como diz a Hebe.

Já o Jake Gyllenhaal, na verdade, eu nunca tinha reparado na existência dele até eu assistir Prince of Persia, que eu fiquei morrendo de vontade de ver pq eu jogava muito quando era criança. Daí eu olhava pra ele na tela e pensava "mas eu já vi esse cara em outros filmes...", e no fim das contas eu fui ver que ele fez O Dia Depois de Amanhã e O Segredo de Brokeback Mountain (fazendo par com a Anne tb).

Aliás, eu tô pra escrever do Segredo de Brokeback Mountain aqui faz tempo e nunca escrevo...

Mas continuando pro filme da vez, eu vi a matéria na veja que falava que era fraquinho e blablabla, como eu sempre sou do contra com a veja e tinha 2 atores que eu gosto muito como protagonistas, imagina se eu não quis ver, neh?!

E eu assisti, e ele é tão gostoso de se ver, pq é todo cheio de piadinhas. Mas eu parei pra pensar muito no que ele retrata, mesmo com o final feliz piegas e esperado.
Mas é que ele conta a história de um cara (o Jake), que acaba se apaixonando por uma mulher (a Anne), e a real é que ela, em plenos 26 anos, tem Parkinson em grau leve. E levanta-se meio que a condição futura deles, durante o filme. Pq querendo ou não, agora é fácil, mas e depois? Eles mostram que a doença vai definhando a pessoa aos poucos até ela não conseguir fazer nada e depender de alguém pra tudo. Isso resume-se a longo prazo, e é uma questão que incomoda muito ela, fazendo até com que ela crie um bloqueio pra relacionamentos potencialmente sérios. E ele, sabendo de tudo isso decide ficar com ela e se preparar pra qqr coisa que venha a acontecer.
Parece meio óbvio, mas não é.

Uma coisa é você ter um relacionamento com alguém, criar laços de companheirismo e depois ocorrerem mudanças, físicas, psíquicas ou de qqr outro gênero e com amor, saber lidar com a situação e como companheiro, querer lidar e seguir junto. Outra é vc se dispor por alguem que vc nem conhece direito, mas que por algum motivo criou, estreitou e apertou esse laços de uma forma que te faz perceber como vc aceita e prefere lidar com essa situação.
É fácil se vc pensar unicamente no presente. Mas ele pensou, e muito, no futuro, que poderia ser desencorajador pra qqr pessoa.
De qqr forma, o filme acaba na mesma época (ela com 26 anos, ele com sei lá qtos, mas a msm idade do começo do filme), e não mostra os problemas que eles poderiam vir a enfrentar depois, com o agravamento da doença e tudo o mais que acontece com a convivência e blablabla.

Eu gosto de ver e ler histórias que contam sobre como pessoas cuidaram bem umas das outras apesar dos pesares, tipo em The Notebook, mostra a verdadeira devoção, o verdadeiro companheirismo, apesar dos anos, das mudanças, de doenças, de tudo o mais que se possa acontecer.
E é interessante observar como cada personagem reage a essas diversas situações.


E voltando pro filme, foras as cenas cômicas, na trilha sonora tem uma música que eu a-do-ro: Just Like Heaven, do The Cure.




ps. Eu estaria lá. Até o fim.

\o Live in Sampa City


Só pra deixar registrado!

O show do Iron é daqui 2 semanas e eu nem estou tão ansiosa, não. Nem tô tanto pq essa nova turnê, Final Frontier, é a do cd novo que eu gostei + ou -, e quando eu vi a set list de alguns dos últimos shows faltaram muitas músicas que eu gosto. Mas vai valer por The Wickerman e Fear of the Dark.

E o show do Scott Stapp, que vai ser no dia dos namorados *_*, tá me dando muito mais frio na barriga, mesmo faltando 3 meses, ainda. E quando eu vi a set list quase que morri, pq além das lindinhas do álbum solo Great Divide, ele canta os clássicos do Creed e faz um cover do Alice Cooper, que eu tb gosto pouco. Preparando pra ouvir ao vivo aquela voz, mesmo que agora esteja mais fraca e um pouco rouca...Nem vou colocar links, vou deixar pro post único, depois do show, pq eu sei vão ser váááários!!!

sexta-feira, 11 de março de 2011

A rádio é....CLUUUUBE!

Clube FM .

Eu falei no outro post que a gente ficava enchendo o saco da Rô enquanto ela cozinhava, ficava ouvindo rádio e o pior: ligando pra lá. A rádio que a gente ligava se chamava Clube FM e, na época, o slogan era "A rádio é...CLUUUUUBE!!!"

A gente ligava sempre e como era rádio de interior era muito fácil de conseguir falar. A gente sempre conseguia pedir música e tb já conseguimos falar ao vivo. O que me fez lembrar de um causo que há muito eu não me lembrava.

A gente tinha conseguido falar na rádio de manhã e achamos o máximo, neh?! Daí à noite, quando a Iby e a Nana chegaram do consultório a gente não só ficou contente de contar que a gente tinha falado na rádio ao vivo mas quis fazer de novo pra mostrar.
Como de manhã tinha sido a Tamy que tinha falado ao vivo, agora à noite eu fui a cobaia.
Blz, liguei, fui atendida, fiquei esperando pra falar ao vivo...Lá vai:
Usarei L para Locutor e J para Jacqueline.

L: "E estamos com mais um ouvinte ao vivo, qual é o seu nome?"
J: "Jacqueline"
L: "Td bem, Jacqueline, de onde vc fala?"
J: "de Mococa" [óbvio, a rádio era local]
L: "ãhn...de que bairro?"
J: "Ah! Morro Azul"
L: "Morro Azul!!! E que música vc vai querer, Jacqueline?!"
J: "Vida Louca, do Cazuza" [???? mas que raios]
L: "Ok, muito obrigada pela sua participação e a Rádio é......"
J: "De nada" [eu só ouvi o muito obrigada..]
(tutututututu....)
L: "rsrsrs...A rádio é cluuuuuuube!!!!! Vamos ouvir um Cazuza..."

Sem comentários.

Panquecas

Essa semana, diga-se de passagem quarta, quinta e sexta por causa do feriado, o chu veio comer aqui em casa tds os dias. Na quarta eu fiz o jantar, na quinta eu fiz o almoço e hoje fiz o jantar de novo.
Ressaltando que eu amo cozinhar pra ele.

Aí hoje eu tava sem muita criatividade daí eu achei uma carne moída no congelador e resolvi fazer panqueca de carne, pq não tinha queijo. Fiz a massa, refoguei a carne com cebola, alho e cebolinha bem picadinha, temperei com cominho e algumas ervas secas e fiz um molho branco. Ficou gostoso!

Enquanto eu estava fazendo as massas (a parte mais gostosa de fazer panquecas), eu liguei a tv na sala e fiquei ouvindo sessão da tarde, tava passando She's all that. Que fez eu me lembrar de como eu gosto de comédias românticas americanas adolescentes antigas....rs*, e em como eu gosto do Freddie Prinze Jr., e em como ele sumiu ultimamente.
Mas tb me fez lembrar de como eu aprendi a fazer panquecas. E essa é a parte mais gostosa de quando se faz algo na cozinha, lembrar de como vc aprendeu.

Eu devia ter uns 11 ou 12 anos, por aí. Já tinha mudado pra São Bernardo, mas eu sempre ia pra Mococa nas minhas férias da escola. Eu ia pra lá e ficava umas 3 semanas, praticamente. Eu ficava na casa da Tamy, uma amiga de infância (aquela que foi a cor azul do arco-íris na festinha de fim de ano). A Tamy era mais velha 1 ano e meio, quase que exatamente, pq ela faz aniversário dia 23 de dezembro. Eu conheço ela desde que me entendo por gente, e sempre passávamos natal ou ano novo juntas, as festas na casa dela eram as melhores. Me lembro que às vezes eu ia pra lá nas férias de dezembro, mas voltava pra casa no natal, mas antes de voltar fazíamos todos os preparativos pra festa da família dela juntas, as compras de natal, montávamos a árvore e tudo o mais. Na casa dela viviam ela, a Iby (mãe dela) e a Nana (amiga da mãe, que era quase uma irmã). Os pais dela eram separados, e ele vivia aqui em São Paulo. Às vezes ele ia lá visitar ela, o Ivan. Ele era engraçado, um gordão boliviano que dançava pra caramba Gloria Stefan e Thalia.
A mãe da Tamy era médica, então eles tinham uma vida muito confortável e tinham uma empregada fixa, o nome dela era "Rô". Eu nunca soube o nome dela mesmo, td mundo chamava de Rô.
A gente levantava sempre lá pelas 10h da manhã, tomávamos banho enquanto a Rô arrumava o quarto, assistíamos um pouco de desenho e depois íamos ver ela fazer o almoço. Na verdade a gente ficava lá papeando e enchendo o saco, beliscando, ouvindo rádio (a gente sempre ligava e falava ao vivo...). E uma das vezes eu vi ela fazendo massa de panqueca e achei o máximo aquela massa gosmenta cair redondinha na frigideira e não grudar, poder jogar ela pra cima. Cheguei mais perto e pedi pra ajudar. Pronto, quando voltei pra casa lá fui eu inventar de fazer panqueca. E até hoje eu gosto de fazer. Às vezes eu perco o ponto da massa, pq eu não tenho nenhuma receita, vai tudo de olho, mesmo. Mas na maioria das vezes dá certo de primeira. Hoje foi assim.

É gostoso relembrar o que eu passei junto com a Tamy. Foram tantas coisas. E hoje, faz muito tempo que a gente não se vê. Na verdade, a gente cresceu. Com o tempo eu já não ia mais pra lá nas férias, pq eu já não ia direto pra Mococa, queria ficar aqui, tinhas minhas coisas por aqui, meus amigos daqui, meus rolês. E quando eu ia pra lá, ficava 2 ou 3 dias. Ela tb cresceu. Teve uma vida diferente. A gente se afastou sem querer. Ela tá fazendo faculdade de medicina em Ribeirão Preto. Fico feliz por ela, apesar de sempre achar que ela faria física ou algo do tipo. Tenho vontade de reencontrá-la. Tenho um carinho por ela diferente. Diferente pq fomos amigas por tantos anos, compartilhamos muitas coisas, mas nem tudo, algumas coisas simplesmente não rolava. Vai de química, né?! Mas a gente cresceu junto. Tenho saudade da gente vendo filme, colecionando revistas, ouvindo músicas e jogando Donkey Kong no Super Nintendo, passando o dia na piscina se matando pra ficar em cima da bóia maior, ficando acordadas até tarde no ICQ...
Era uma amizade inocente, pura. Bonita de se ver.

=)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Amor desesperado.

No aniversário da Carol, no fim de janeiro, a Na levou pra mim no Pimenta dois livros pra eu ler:
- O Clube do Filme
- Comer, Rezar, Amar

Eu já estava com vontade de ler O Clube do Filme há um tempão, quando eu vi a lista de lançamentos da Super Interessante. Desde então, ensaio pra comprar, sempre tem algo mais importante..até quando eu descobri que a Na tinha ele. Então quando ela me emprestou eu engoli ele. Devo ter lido em um ou dois dias, estourando. E embarquei na onda de ver filmes e mais filmes. Aliás, ainda estou nessa vibe. Mas depois de ver o filme da Bruna Surfistinha hoje e achar deplorável, resolvi ler um pouco. Já fazia tempo...

Comecei a ler Comer, Rezar, Amar... na 26* página tive uma surpresa. É o terceiro livro da Na que eu leio. E em nenhum dos primeiros eu vi linhas sublinhadas ou comentários (coisas que costumo fazer nos meus livros). E de repente vejo um sublinhado a lápis discretinho. A parte sublinhada tem mto a ver comigo. Muito a ver com uma coisa que eu passei há não muito tempo atrás. E como qualquer coisa esquisita e mal resolvida na minha vida, eu sempre paro pra pensar como coisas estranhas acontecem com a gente. Como de supetão algumas coisas vêm e vão. Eu fico pensando pq vieram, pq se foram, o que deixaram. Na maioria das vezes, quando não entendo muito bem, procuro prestar atenção no sentimento que ela me deixou. Se isso me faz bem ou mal, o que posso aproveitar, o que devo trabalhar e resolver internamente. Assim, vou me conhecendo melhor e aprendendo a enxergar o passado com outros olhos. Com os olhos de alguem onipotente, no presente.

A parte grifada diz assim:

"No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmas criamos."

Se o livro fosse meu, na certa eu teria grifado tb. E talvez tivesse feito um comentário enorme.
Amor desesperado. Qualquer sigificado que isso tenha, pra mim tem significado literal. E um grande valor. Uma vez que passei por isso. Tal como o desespero, tira as nossas forças com tamanha felicidade, faz-nos sentir nas alturas, de uma forma jamais vista. Posso dizer que quase morri de ansiedade, perdi a fome, olhava pro celular sem parar, não conseguia fazer nada direito, nada mesmo, nem ao menos pensar...e logo em seguida, chorei como nunca havia chorado, pelo maior período de tempo senti um amargo no coração, parecia que ele tinha sido apunhalado 500 vezes ou mais, não conseguia fazer nada de novo, mas por não ver mais alegria nas coisas ao meu redor...por ter na cabeça que nada mais teria o mesmo brilho...
Quanto desespero, hãn?!

Como diz uma linda canção que eu costumo ouvir: "Invernos, impérios, mistérios...Lembranças, cobranças, vinganças...Assim como a dor que fere o peito...Isso vai passar também."


O nome dessa canção é Tempo. O tempo é uma coisa foda. O tempo é capaz de fazer tudo. E foi o tempo que me trouxe a calma pra poder pensar direito nas coisas e exergar um "amor desesperado".
Um amor desesperado surge na tentativa de suprir todas e quaisquer necessidades de uma coisa que foi tirada de vc, ou que vc excluiu da sua vida por escolha própria ou não. No meu caso, por escolha própria.


É engraçado. Eu gosto de relembrar o que eu já senti. Relembrar e pôr na balança tudo o que já foi dito e feito, sentido e não sentido, o que é verdade e o que não é, o que a gente mascara e o que escancara, os medos que foram embora e outros que permanecem. Eu não tenho receio nenhum de relembrar meu ex-namorados, antigas paixões, aliás, fazer isso é como um exercício. Sei lá. Todas às vezes que me lembro de tudo o que passei com outros caras, me faz pensar em como eu realmente quero o Gabi.
Dentre os altos e baixos das relações que tive, das perfeições, imperfeições, paixão avassaladora, paixão cruel e cega, não consigo reunir os melhores no nosso. Não temos uma relação perfeita, acredito que não exista nenhuma relação perfeita. Mas é a que me aconchega, é a que me faz sentir paz ao observar seu rosto ou pegar sua mão. É algo inédito pra mim. Inédito que eu digo, até de se ver por aí. Sei lá, não dá pra descrever. 

Eu consigo enxergar cada defeito dele, alguns irritantes diga-se de passagem, mas eu aprendo a conviver com eles a cada dia. Eu consigo enxergar coisas que eu gostaria de mudar na nossa relação, e penso em estratégias para trabalhá-las. Eu consigo enxergar nossos pontos fracos, nossas falhas, nossas esquisitices, e penso nelas a todo instante pra conhecê-las a fundo e entender pq isso acontece. E nada disso faz eu voltar atrás. Nada disso me faz desistir, me mostra que é possível ser feliz assim. É possível ceder e ensinar o outro a ceder, mesmo que com muito custo. É possível entender, mesmo que com muito custo tb, e compreender costumes e posturas nada convencionais e cômodas pra mim.
E acho que o mais difícil é aprender a conviver com atitudes que pra mim ainda fogem do meu ver ético.


Mas no fim de tudo, o que eu quero dizer, é que pra viver o meu amor pleno, pra minha pessoa foi necessário passar por outros tipos de amor. Tipo como uma balancinha, pra poder aprender o que a gente realmente quer como amor. O primeiro amor, o amor cego de contos de fada, o amor de amigo, o amor compreensivo e nada possessivo e ciumento, o amor desesperado e o "amor, sublime amor"...