Yeah she don't know what to do. She's got everything, nothing to lose.
Filmes franceses...eu me lembro que o primeiro que assisti, ja sabendo que era francês, foi aquele famosérrimo do Marlon Brando, da legendária cena do pote de manteiga. E nada de mais me chamou a atencao, a nao ser pelo fato de que ele era reconhecido como um filme incrivel...(?) ok, "Ultimo tango em Paris", merece respeito. Passado este, fui cair na besteira de assistir "O fabuloso destino de Amelie Poulain", que aflorou toda e qualquer paixao por filmes franceses que alguém possa ter...
E é aih que o bixo pega.
Eu nao sei muito bem onde foi exatamente que alguma coisa aconteceu...onde eu parei de enxergar o binino do filme como um cara, pra se tornar "Ele". Ele cheio de histórias, cheio de piadinhas, cheio de respostas prontas e colocando sorrisos inesperados no rosto da binina e ter até música pra se abracar.
Até que assim foi...falar, falar, falar, imaginar, imaginar, imaginar...e criar a cena preferida de um filme francês, quase um primeiro beijo de criancinhas (como Elliot e Bowie), um fone de ouvido na musica certa, um olhar de carinho, um abraco apertado e o tao esperado primeiro beijo. E depois disso vem a saudadinha, vem aquela coisa de esperar um pouquinho mais do binino que chama ela de binina, que detesta queijo e que recita coisas como "faca amor, nao faca a barba", que faz cafuné e perde horas e horas de sono pra falar sobre milhoes de coisas inimagináveis, que diz que ela é imprevisível, que inventa regras de encontro só pra azucrinar as regras que ela mesma tinha criado, que faz pic nic a noite e beija na testa e que se pergunta como é que isso aih tava acontecendo e ainda, onde é que tinha comecado, que é estranho....mas a binina diz que nao é estranho, só é diferente pra um binino de Vênus que toca banjo ter olhos que brilham pra uma marciana que curte os caras do Kiss.
All alone, rest your head on my lap when you're down.
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